Porto Alegre recebe seminário sobre segurança cibernética

22 November 2018

Evento foi promovido pela Oracle, em parceria com a JLT

Porto Alegre recebe seminário sobre segurança cibernética

Crimes cibernéticos e falhas de segurança digital são cada vez mais comuns e podem causar grandes perdas para as empresas. Em 2017, foram detectados mais de 205 milhões de ataques cibernéticos no Brasil, o que custou US$ 22 bilhões ao país. A partir de fevereiro de 2019, as companhias brasileiras de todos os setores serão obrigadas a aderir à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), aprovada em julho deste ano pelo Senado.

Por se tratar de um assunto que pode colocar em risco a reputação e a imagem das empresas, os ataques cibernéticos deixaram de ser uma preocupação apenas para a área de TI das empresas. Hoje, a questão merece atenção de todos os setores.

Para debater esse assunto, a JLT e a Oracle promoveram um seminário sobre segurança cibernética, em Porto Alegre, no dia 22 de novembro. O evento contou com palestras de Marta Schuh, da JLT, e Fabiano Assis, da Oracle, ambos especialistas em risco cibernético da JLT.

De acordo com Marta, as empresas precisam entender que a tecnologia, apesar de ser essencial para quase todas as companhias, podem representar alguns riscos. Ela explica que os hackers invadem os sistemas de grandes empresas para espionagem, fraude e sequestro de dados.

“Os ataques cibernéticos podem ser sinônimo de uma grande perda financeira e de reputação para as companhias. Existem diversos casos que comprovam que a contratação do seguro contra riscos cibernéticos pode ser um divisor de águas, pois ele têm uma ampla cobertura e diminui drasticamente os prejuízos”, explica Marta.

Fabiano Assis ressalta que existem processos simples que podem diminuir os riscos. Muitas vezes, o roubo de dados acontece porque as empresas ou os usuários não adotam medidas básicas.

“Cerca de 75% das empresas em todo o mundo não atualizam seu sistema. No Brasil, esse número é ainda maior, e o ataque mais comum são provenientes de falhas de atualização”, comenta Fabiano.